Mom’s Help 24 – Crazy Dad (PT-BR) Completo!
Mom’s Help 24 – Crazy Dad (PT-BR) Completo!
Agora a mãe gostosa do jovem Willie não consegue mais tirar big pênis do garoto da cabeça. Ela chega a sonhar que seu filho está fodendo sua buceta socando seu pau grande inteirinho dentro dela. Parece que a mamãe não está mais conseguindo esconder o tesão enorme que está sentido pelo próprio filho.























































































Após 30 min da primeira transa, já era por volta das 22h, o Seu George levanta, mostrando aquele corpão negro muito bonito, com um cacetão maravilhoso e um par de saco, que parecia mais com duas laranjas grandes. Seu Armstead também já estava de pé, e também mostrava aquele cacetão preto. Eu continuava no chão, estava tremendo, com muito medo de encarar o cacetão do Seu George. O seu George, perguntou: – O que foi seu Vitor? Respondi: – Eu quero ir embora, não estou preparado para o Senhor, e comecei a chorar. – Como não… – Lembra, foi você que veio correndo pra cima, querendo chupar meu cacetão preto, agora não pode fugir, vai me sentir inteirinho dentro de você, ninguém foge de mim- completou seu George. – Mas seu George, olha para isso, não tenho caixa para ferramenta do Senhor, não vou conseguir guardar tudo isso, vai me machucar muito, não vai dar para aguentar tudo isso, respondi. – Vai dar e vai aguentar todo esse cacetão preto sim, disse Sr. George. Seu Armstead então disse: – Como é seu Vitor, você vai aguentar sim, aposto que você vai adorar o cacetão do Seu George. – Não vou conseguir seu Armstead, é muito pra mim, deixa eu ir embora pelo amor de Deus – falei quase chorando. O seu George, então disse: Sem chance de você ir embora, dispensei a dona Nanci para te comer, e você agora arregou pra mim, não não não. Falava com os dois velhos negros, enquanto colocava o calção e o tênis. Os dois se destruíram e consegui levantar e tentei sair correndo, mas o Seu Armstead colocou a perna meatrapalhando, e o Seu George me segurou pelo braço me jogando no chão. Continuava a chorar e os dois velhos nem ligavam para isso. Seu George aproveitou que estava no chão, e então começou a tirar meu calção, enquanto seu Armstead tirava meu tênis. Os dois velhos já estavam com o cacetão bem duro, e começaram a forçar a minha cabeça para o pauzão preto deles. Abriram a minha boca a força, e como não tinha jeito, comecei a mamãe a rola dos dois velho. Confesso, que não queria, mas eram dois cacetes pretos enormes maravilhosos, não dava para aguentar. Comecei a revezar nós dois pauzão dos dois velhos. Eles gemiam com a minha chupada, diziam que eu era maravilhoso, que chupava muito gostoso, que boca igual a minha não existia. Estava ajoelhado já a uns 15 min chupando o cacetão preto dos dois velhos, saboreando aquelas duas cobronas pretas, quando ouvimos uma voz que vinha de trás de mim. – Ué, seu George e seu Armstead, o que está acontecendo aqui, por que estão sendo chupados por esse viado? – Sempre foderam a mulherada, mas agora vejo os dois dando mamadeira para esse velho viado. – É o Carlão da família sacana, e o Pedrão da família caipira. – O que está fazendo aqui, completou seu Armstead? – Nós ouvimos os gemidos, e resolvemos ver quem era, e vemos os dois velhos dando seus paus enormes para esse viado mamar, respondeu um dos velhos. Olhei para trás e vejo dois velhos brancos, magros, de bigode, de uns 65 anos aproximadamente. – O seu Carlos, então disse: Ahhh, esse é o velho viado, o seu Vitor, que fica cassando rola de velho aqui pelo bairro para chupar e dar o cu. Os velhos da Praça disseram que já foram chupados por ele, pelo buraco do banheiro público que fica próximo ao mercado. Disseram que encheram a boca dele de porra, e também que foi a melhor chupada que já tiveram na vida. – Disseram que esse velho chupa muito gostoso! -E até disseram que um dia ainda vão querer comer o cu dele. – O seu Lester, o velho negro segurança e policial, disse que já comeu ele também, várias vezes.-Se não me engano seu Lester é marido desse velho aí, disse Seu Carlão. O Seu Carlão começou a abrir o zíper da calça e o Seu Armstead, disse: – O que você quer Carlão? – Quero comer esse viado também, só vocês querem aproveitar, também quero – respondeu o velho Carlão. Olhei para trás e vi um cacetão enorme, cheio de veias, muito grande, grosso e bonito. Seu Carlão veio para frente de mim e disse: – Chupa meu cacetão seu Vitor, deixa bem molhado para eu fuder o seu cu. Deixei de chupar o Seu George e o Seu Armstead, e comecei a chupar o velho Carlão. Como era gostoso aquele pauzão branco, grosso, cheio de veias. O velho começou a gemer com a minha chupada, e dizer:- Nossa como esse velho viado chupa um cacete gostoso!!! -Não vejo a hora de comer o cu dele. O seu George estava muito nervoso, e disse: – Caralho, Carlão, estava louco para comer o cu do seu Vitor, e vem vocês embassar. – Você quer comer o velho Vitor, seu George, vc vai matar ele. – Depois que você comer o seu Vitor ele não vai mais conseguir andar, pelo menos deixa a gente comer ele antes de você, porque depois que o Sr. pegar o Seu Vitor, ele vai ficar todo aberto, essa cobrona preta vai destruir o cu do Seu Vítor, disse seu Carlão. Continuava a chupar o cacetão do velho Carlão, que crescia mais ainda, agora já estava bem dura. – Agora se prepara, empina bem a bunda Sr. Vitor, que quero montar nela com esse cacetão, e socar bem gostoso, todo dentro do seu cu.- O Sr. vai gostar, vou fazer você gemer gostoso nesse cacetão, que nunca se esquecerá do velho Carlão. Obedeci o velho, empinei a bunda, com um pouco de medo, mas estava querendo dar o cu para o Seu Carlos. O Seu Carlão molhou bem o cacetão e começou a empurrar a cabeça em meu cu. Doía muito, dei um pulo pra frente, queria sair, mas o seu Pedrão me segurou. – Oh, meu Vitor, continua a chupar meu cacetão preto, vai meu melhor, falava o Seu George. Obedeci o velho George, e comecei a chupar o seu cacetão, enquanto, o velho Carlão começou a empurrar o cacetão branco em meu cu. Olho do lado e vejo também o seu Pedrão pelado, também com um cacetão enorme. Seu Pedrão se dirigiu para perto de mim e coloca um cacetão grande e grosso, minha boca, era um pauzão branco, gostoso, cheio de veias. Nessa hora, chupava o pauzão do Seu Armstead, do seu George e do Seu Pedrão, enquanto o seu Pedrão, começava a abrir caminho em meu cu, com aquele cacetão branco. O velho metia bem pra caralho, estava de quatro, chupando o cacetão dos três velhos, com a bunda empinada levando estocadas do cacetão do Seu Carlão. Ele estava montado em mim, colocando e tirando todo o cacetão branco do meu cu, era a coisa mais gostosa do mundo. O velho Carlos da família sacana estava me dando muito prazer, estava gemendo no cacetão do velho Carlos, era muito grande, mas estava gostando. O Seu Carlos estava me arrombando o cu, mas era muito gostoso, ele me fodia pra valer, o cacetão dele, estava me arrancando gemidos de prazer. O velho Carlos sabia meter. Ele judiava meu cu pra valer, o seu suor caia na minha costa. Ele estava me fazendo muito feliz… Sempre dizendo: – Nossa, seu Vitor, você é um viado muito gostoso, sabe chupar e tem um cu muito gostoso, não estou aguentando mais, logo vou gozar. O velho gemia muito trepado em mim, socando aquele cacetão branco. Eu continuava chupando o seu George, o seu Armstead e o Seu Pedrão, que gemiam bastante também. O Seu Carlão me castigou por uns 30 min, quando anúnciou que ia gozar. O velho começou a segurar forte a minha cintura, e seu pau começou a inchar dentro de mim, parece que estava mais grosso, e o velho começou a gozar e encher meu cu de porra. Os três velhos também miraram a minha boca ao mesmo tempo e começaram a encher a minha boca de porra. O Seu Carlão estava ainda trepado em mim, urrando, gemendo e enchendo meu cu de porra, ao mesmo tempo que comecei a gozar. O seu Carlão, disse: – Isso seu Vitor, goza no pau do seu macho, do seu cavalo, sente a porra de um homem de verdade! Foi a gozada mais gostosa que já tive, sendo comido pelo Seu Carlos, e chupando o pauzão do Seu George, do Seu Armstead e do Seu Pedrão. Tomei muita porra dos três velhos, era uma delícia beber a porra deles, eles faziam questão que eu tomasse toda a porra deles. Quando eu estava engolindo a porra deles, ouvia eles dizer: – Isso seu Vitor, chupa todo o nosso pau, bebe toda a nossa porra, não perca nenhuma gota. Adorava ouvir aquilo! O Seu Carlão terminou de encher meu cu de porra, e tirou seu cacetão do meu cu e trouxe para eu terminar de chupar a porra que restava em seu pau. Limpei os quarto cacetões com prazer. Mas fiquei aliviado porque não era o seu George que tinha me comido, porque senão não estaria tão bem, mas acho que não ia escapar do cacetão do velho. Continua…
Nesse mesmo dia, a noitinha, estava passando perto da casa da dona Nanci, quando resolvo olhar por cima da cerca, e para meu espanto vejo o Seu George fudendo a buceta da dona Nanci. Fiquei espantado com o tamanho do cacetão do senhor George, era um pauzão muito grande, grosso e preto, bem preto, que chegava brilhar. O velho fodia a buceta da dona Nanci com vontade, dava gosto de ver, fiquei muito excitado na hora. Seu George é um velho negro, 70 anos, 1,90 m de altura, cabelos e bigodes brancos, com um cacetão de mais de 55 cm, o velho é realmente, muito gostoso, uma delícia, sempre fui muito louco por ele, sempre que via na rua ficava imaginando aquele velho nu. O velho sempre me atraiu. Não dava para explicar o tesão que tinha pelo Seu George. Sempre ouvia às pessoas falar que ele tinha um pau enorme, e foi comprovado neste dia. Não enxergava mais nada, só tinha olhos para o cacetão preto do Sr. George. Continuava a ver o Seu George castigar a buceta da Dona Nanci, e eu estava com o pau muito duro, pingando toda hora, estava com muito tesão, vendo aquele cacetão do velho, fudendo a velha Nanci. Os dois gemiam muito alto com aquela foda gostosa. Estava louco para entrar no quintal da Dona Nanci, estava morrendo de tesão olhando o cacetão do velho George, mas não podia invadir o quintal dos outros sem permissão. Passou algum tempo, e o Seu George deitou no chão de barriga pra cima, expondo aquele cacetão enorme, meu Deus como era lindo, não dá para descrever o tamanho e a beleza daquele pau. O pai do velho era muito grande, grosso e bonito! Não sei por quanto tempo mais iria aguentar só ficar olhando, estava louco de vontade de ir lá. A dona Nanci começou a chupar o pauzão do velho, e o velho gemia de prazer, ela enfiava aquele cacetão preto na boca até onde dava, muitas vezes ela chegava a engasgar, também com um pauzão daquele, qualquer um engasgaria. A dona Nanci chupou o cacetão preto do velho por uns 15min, até que o velho começou a gemer e tremer, e em seguida, começou a encher a boca da dona Nanci. A mulher engasgou com tanta porra e tirou o cacetão do Sr George da boca, que esguichava muita porra ainda. Eu não aguentava mais, já estava louco para ir lá, de onde eu estava dava pra ver o cacetão preto do Sr George cheio de porra, estava escorrendo pelo pau do velho, o pauzão preto do velho, agora estava branco de tanta porra. Criei coragem e entrei no quintal da casa dona Nanci, e comecei a caminhar rapidamente para onde os dois estavam. Estava louco de vontade de chupar toda aquela porra do pau do velho. Quando caminhava em direção aos dois, ouço um grito: – Pode parar, o que você quer? – É o viado do Vitor, disse o Seu George. Parei onde estava e fiquei ouvindo a bronca do velho. – Não tem nada pra você aqui não, vai embora, continuou o velho. – Calma George, o Vitor conhece o meu filho, ele é boa gente. – O que você quer Vitor? Perguntou a Dona Nanci. Respondi então: Oi Dona Nanci, me desculpa, mas estou vendo toda essa porra descendo pelo cacetão do Seu George, vai se perder toda, é um desperdício, queria chupar, engolir toda essa porra, por favor deixa eu chupar o cacetão preto e toda a porra do pau do seu George? – Sempre fui louco por esse velho, por favor… Deixa vai… Fiz cara de triste! – Deixa vai George, deixa o rapaz se delíciar com o seu cacetão preto, ele só quer limpar toda a porra do seu pauzão, mata a vontade dele? disse a dona Nanci. – Mas Nanci, homem chupando o meu pau, nunca deixei homem algum chupar meu pau, respondeu o seu George. Completou a dona Nanci, mas ninguém está vendo, ele só quer matar a vontade, só hoje vai, será rápido. – Está bem, mas só hoje seu viado, vou deixar porque a Nanci está quase implorando, falou o seu George. Não acreditava naquilo, nunca imaginei chupando o seu George, aquele velho negro cacetudo que tanto amo. – Vamos rapaz, não perca tempo, mata a sua vontade, venha até aqui, agaicha e chupa, mama o cacetão do homem que você tanto gosta, limpa o cacetão preto desse macho reprodutor, não é o que você quer, vamos ver se você sabe chupar um cacetão preto. Estava em êxtase, perdido, não imaginava chupar o pau do Seu George, aliás, nunca imaginei. Cheguei perto do velho, agaichei próximo ao cacetão dele, gente como é lindo, grande e grosso, o cacetão do velho. Desci com a boca e comecei a lamber a cabeçona vermelha do pauzão do velho, e fui descendo lambendo todo o corpo do pau do Seu George, engolindo toda a porra que encontrava no pau do velho, era muita porra! Chupava todo o corpo do pau do velho, e engolia o resto da porra que ainda tinha no cacetão, e gemia ao mesmo tempo, estava descontrolado, aquele pau era demais pra mim. Depois de ter limpado e engolido todo o cacetão do seu George, comecei a chupar todo o pau do velho. Chupava a cabeçona do pau e enfiava, ia engolindo suavemente toda aquela cobrona, engolia até onde dava, era a coisa mais gostosa do mundo chupar aquele cacetão preto daquele homenzarrão que tanto amo. O Seu George começou a dar gemidos com a minha chupada. O velho dizia: Nossa, Nanci, como esse viado chupa bem, nunca vi nada igual, que boca deliciosa ele tem. Fiquei muito feliz por ouvir aquilo, por saber que estava fazendo aquele macho gemer de prazer. Chupava com vontade o pauzão do velho que já urrava e gemia descontroladamente. Chupava todo o velho agora, desde o peito, o corpo, as pernas (que eram muito maravilhoss, muito grossas), até o cacetão preto gostoso. Estava muito excitado, meu pau pingava, era muito tesão, estava muito excitado. Comecei a tirar a camisa, a calça, depois a cueca, tirei tudo, fiquei de bunda pra cima, e continuava a chupar o pauzão preto do velho, fazendo ele delirar e gemer de prazer. Continuava a chupar o cacetão preto do Seu George, estava todo nu, de bunda pra cima, quando sinto uma mão tocar na minha bunda. Olho para trás e ouço a Dona Nanci dizer: – É o velho Armstead, nosso amigo seu Vitor, pelo jeito ele gostou da sua bunda, acho que vai querer te foder. Olhei para trás e vejo o Seu Armstead, um velho menor que o Seu George, uns 74 anos, bem negro, barba e cabelo brancos, um velho delicioso. Vi que ele segurava um cacetão enorme na mão. – Oi George, será que posso comer esse viado? – Vi essa bundona pra cima e fiquei com muita vontade, disse Seu Armstead. Seu George respondeu: – Por mim tudo bem, agora não sei se o Vitor quer, também não sei se ele vai aguentar o seu cacetão preto. – Até gostaria que você abrisse ele pra mim, porque se o cu dele for gostoso como ele chupa um pau, um peito, um corpo e pernas, com certeza vou querer fude-lo. Olhei para trás e pude admirar o cacetão do Seu George. Meu Deus será que aguentaria o cacetão do Seu Armstead. Pensei bem, e decidi que tinha que aguentar, pois depois teria que aguentar o cacetão do Seu George, como ele mesmo disse, vai querer me comer. Continuava a chupar o pauzão preto do Seu George, enquanto empinava a bunda pra cima. Seu Armstead entendeu o recado, e mesmo de pé, agaicha do um pouco, começou a tentar enfiar a cabeçona do cacetão preto em meu cu, já estava bem lubrificada o cacetão do velho. Depois de várias tentativas a cabeçona preta começou a entrar, quis sair dali, pois doía demais. Tentei sair do lado, do cacetão do velho, mas o velho me segurou pela cintura, não deixando eu escapar. Seu George também firmou minha cabeça, não deixando minha boca sair do cacetão dele. O Sr. George, então disse: – Porra seu Vitor, só entrou a cabeça e você já está assim, querendo desistir, não não, o Seu Armstead vai te fuder, vai enfiar todo esse cacetão em seu cu, você vai ter que aguentar, pois assim ele vai abrir caminho pra mim, quero comer você também, vou castigar muito o seu cu. – Depois de sentir sua boca, de ver você me chupar inteiro, de beber toda a porra do preto velho aqui, você acha que não te comeria. – Você mostrou, que realmente, gosta de mim, nunca, ninguém, fez o que você fez comigo, aqui hoje. Fiquei muito feliz com os dizeres do Seu George. Então, me firmei, relaxei, e comecei a sentir o cacetão do velho Armstead entrar em meu cu, no começo doeu muito, mas depois de uns 3 minutos comecei a sentir prazer, era dor e prazer ao mesmo tempo. Continuava engolindo a cobrona preta do Sr George c a boca, e enquanto engolia o cacetão preto do Seu Armstead com o cu, era a coisa mais gostosa do muito, chupar e ser fodido por aqueles dois velhos negros maravilhosos. O Seu Armstead socava forte o meu cu, dava estocadas fortes, às vezes doía um pouco, tentava querer sair do cacetão do velho, mas ele me segura, não deixava. Nós três gemiamos alto, era muito prazer, estávamos muito excitados e com muito tesão. O Sr Armstead, dizia: – Nossa que cu apertado, que cu gostoso esse viado tem! Que delícia!!! Os dois velhos gemiam de prazer. Seu George disse: Armstead abre esse cu pra mim que quero comer esse cu bem gostoso também. Metemos por uns 30 minutos e os velhos anunciaram que ia gozar. Já estava pra gozar também. Os dois começaram a urrar e gemer mais alto e iniciaram um gozo maravilhoso, um na boca e outro no meu cu, no mesmo instante comecei a gozar também. Comecei a engasgar com a porra do Seu George, que segurava a minha cabeça, não deixando eu tirar a boca de seu cacetão preto. Já engolia, às vezes engasgava, pois nem dava para respirar direito. Comecei a engolir toda a porra do seu George, como era deliciosa a porra dele. – Bebe toda essa porra seu Vitor, quero ver o Sr engolir toda a porra, depois vai lamber todo esse pau como fez aquela hora, dizia seu George! O seu Armstead continuava montado em mim, despejando muita porra em em cu. Ele urrava e gemia de prazer trepado em mim, despejando toda aquela porra, era tanta porra que sentia escorrer pelo meu intestino. Demorou um pouquinho tirei o cacetão do Ser George da boca e comecei a limpa-lo. Que maravilha era limpar aquele cacetão preto. Seu Armstead também tirou o cacetão preto do meu cu e ainda gozou um pouco na minha bunda e na minha costa. Me virei e dei atenção para o cacetão do seu Armstead, era muito grande e grosso aquele pau, devia ter uns 45cm, como aguentei tudo aquilo. O pau dos dois velhos eram lindos, e os pelos do pau dos dois eram bem branquinhos, muito bonitos. Que delícia ser fodido, se delíciar com aqueles dois velhos, parecia um sonho ter aqueles dois velhos negros cacetudos só pra mim. Os dois velhos então levantará, enquanto eu continuava ajoelhado, e começaram a bater com com aquelas duas cobronas pretas em meu rosto, era a coisaais gostosa do mundo. O seu George, então disse: – Não vai embora que ainda vai ter mais, vamos querer fuder muito seu cu ainda hoje. A dona Nanci já tinha ido embora, ficou com raiva porque os velhos estavam mais interessados em mim do que nela. Os dois velhos continuavam em pé, ainda pingava porra dos dois paus, e eu continuava a chupar e limpar os dois cavalos pretos. Continua…